Querer ser forte já é o começo da força

Para avançar ou resistir, pensemos na força que temos e que, às vezes, nem percebemos o quanto é poderosa.

Essa força vem com pensamentos positivos. Se quisermos avançar, pensemos que podemos, e avançaremos; que aparecerá uma solução, e aparecerá; que seremos bem-sucedidos, e seremos. Se for para resistir, resistiremos, pensando que não nos abalaremos, e que saberemos nos defender.

Se nós mesmos nos tratarmos como fracos, como faremos aparecer a força? Ânimo, fé, coragem! Vamos pra luta!

Ora, o nosso “pensar positivo” é que produz força na ação, alegria na vida e paz na consciência. O “pensar negativo” traz fraqueza, desanimo, desespero e até revolta. Qual a melhor decisão?

É por isso, que devemos preservar a mente, evitando a negatividade e crendo no infinito potencial que possuímos, mercê da bondade Divina.

Reafirmemos, sempre, que temos uma mente positiva, e creiamos que com Deus, nada nos vencerá, e sempre nos consideremos fortes, pois, querer ser forte já é o começo da força.

Iniciemos o dia com positividade na mente e muito amor no coração. Deus está conosco!

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O perdão esquece o mal e alivia o bem

Todos sabemos que a convivência diária com outras pessoas requer de nós, entre tantas, duas virtudes muito importantes: sabedoria e tolerância. É comum esperarmos que as pessoas pensem e ajam segundo as nossas expectativas, nos esquecendo de que cada indivíduo é único, e dono do seu universo.

Por mais graves que pareçam ser as possíveis falhas do nosso próximo, não o repreendamos num prejulgamento. Se alguém usa de maldade conosco, procuremos nele algo de bom para soerguê-lo, pois, pode ser a chance para que ele possa resgatar seu lado positivo.

É sempre difícil julgar os outros em situações ou opiniões que divergem da nossa. Como nos apropriar da consciência alheia e sentirmos a realidade de um coração que não nos pertence? Prejulgar é um erro quando não se conhece a realidade. Esperemos! O passar do tempo trará clareza para uma correta e justa avaliação.

Além do que, antes da crítica, lembremos de que dela também nós não estamos isentos. Quantas vezes somos complacentes em excesso conosco mesmos, e não percebemos a rigidez com que fustigamos o nosso próximo em precoce julgamento?

Se há quem nos elogia as possíveis virtudes, há sim quem nos lembre nossos defeitos. Se há quem nos auxilia para um futuro promissor, há quem nos constranja apontando deslizes do passado. A tolerância com o próximo e o reconhecimento dos próprios erros são garantias de uma convivência harmoniosa e feliz.

Neste dia, pensemos um pouquinho no perdão que esquece o mal e aviva o bem. E na simpatia e cooperação com o nosso próximo receberemos o alvará da libertação de nós mesmos, nos habilitando aos créditos na infalível Contabilidade Divina.

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Fonte de compreensão do bem servir

Não desprezemos a autoconfiança que nos alimenta o coração. Às vezes, ao percebermos o progresso ou o sucesso dos outros, somos tomados por um misto de fraqueza e desânimo, e começamos a subestimar as nossas qualidades e capacidades de vencer obstáculos, nos esquecendo de que, nem sempre o sucesso aparente é verdadeiro.

Nos concentremos em nós mesmos e não julguemos a fachada de sucesso dos outros em prejuízo do nosso próprio progresso, caso contrário, as nossas virtudes recuarão e seremos presas fáceis ante o vício que parece virtuoso, angustiando e fragilizando nossa alma perante um sucesso que se destaca coberto de falsos louros.

Não esqueçamos de que o mundo é uma escola evolutiva em que todos somos estagiários em formação, independente do ofício ou da missão que nos foi confiada pelo Criador. A história é rica em lições de vida terrena de personagens importantes e poderosos, mas todos fadados ao mesmo e inexorável fim.

Muitos se erigiram em pedestais de ouro e poder ao custo de sangue e lágrimas de seus contemporâneos; muitos ganharam batalhas de ódio; outros retiveram o pão causando a fome e a morte; alguns tentaram dominar o mundo e a política desconhecendo a fraternidade universal.

Entretanto, passaram todos. Por prêmio por tudo o que fizeram e se consagraram, receberam apenas um sepulcro faustoso, donde se sobressaem apenas a frieza marmórea da morte. De nada adiantou a rejeição à passagem educativa terrena, que nos impõe à visão o jogo aflitivo das convenções humanas.

Por isso, por onde formos, nos conduzamos como fonte de preciosa compreensão do bem servir, sendo generosos, otimistas e diligentes na prática do bem. E aguardemos, confiantes, o futuro, na certeza de que, a vida de hoje nos espera, sempre justiceira, amanhã.

Que tenhamos um dia de muita esperança e paz!

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Liberdade é um bem precioso

Uma das consequências do mundo moderno é o aprisionamento das pessoas pelas amarras dos sistemas tecnológicos, ideológicos, políticos e religiosos. É fundamental saber nos libertar dessas amarras.

A libertação é o ato de nos desligarmos de uma vida enganosa, sem sentido, com objetivos meramente materialistas ou afastados da realidade que nos cerca no dia-a-dia.

Conscientes disso, assumamos a atitude de nos afastarmos daquilo que nos prejudica, evitando atitudes passivas para fugir à nossas próprias responsabilidades.

Nos libertemos de crenças ultrapassadas, ainda que seja a respeito de nós mesmos, porque são obstáculos que nos impedem de ver, sentir ou criar a nossa própria realidade. Evitemos os sentimentos da raiva, do ódio, da inveja e da arrogância onde quer que convivamos.

Estes sentimentos nos aprisionam, nos intoxicam, contaminando nosso ser, bloqueando o fluxo natural de nossas aptidões e iniciativas de progresso e felicidade.

Igualmente, não nos apeguemos à sede de poder que cega, destrói e descaracteriza a essência das pessoas. Nem nos aprisionemos aos escombros de vivências negativas do passado. A realidade está aí para ser vivida.

Neste dia, nos lembremos que a liberdade é um bem precioso, mas seu valor está condicionado à argamassa dos bons costumes. Pensemos sobre isso!

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Equilíbrio entre trabalho e motivação

Em tudo que fizermos é muito importante o gosto e a motivação, do contrário estaremos apenas cumprindo uma obrigação. A naturalidade deve prevalecer, e a espontaneidade é algo que vem de dentro do coração nos permitindo alegria e satisfação.

É verdade que na vida todos temos deveres a cumprir, mas estes devem ser vistos como algo bom e que nos ajudam a crescer. São os deveres do cotidiano, e eles fazem parte da nossa vida. O valor do trabalho está na importância que damos a ele, seja para nosso benefício ou de terceiros.

Mas não foquemos só no trabalho, permitindo que os nossos sonhos se transformem em pesadelos. Todavia, não acreditemos na vida com fáceis vantagens, pois, nem sempre o que surge sem dificuldade pode ser considerado bom e duradouro.

Muitas vezes, o que é bom custa a chegar. Convém, portanto, não perder o ânimo no nosso trabalho e a fé no nosso futuro. A luta pode ser árdua, mas no final somos nós que ganhamos por sabermos esperar.

A vantagem da espera está na nossa força interna, na tolerância e na sabedoria que desenvolvemos ao alimentar a confiança no que é certo, buscando a felicidade na prática do bem, do amor a nós mesmos e ao nosso próximo.

Iniciemos um dia tranquilo, buscando o equilíbrio entre o trabalho árduo mas gratificante, e a motivação para uma vida plena de sadios prazeres e felicidades.

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Querer ajudar alguém

Certamente, ontem, nós devemos ter almoçado e jantado e, antes de sentarmos à mesa alguém poderá ter dito “bom proveito ou bom apetite”. Ter o privilégio do nosso alimento é uma benção especial, principalmente, nos dias atuais.

Todavia, já ocorreu que no dia de hoje não se poderia usar as mesmas expressões de desejo a muitíssimas pessoas, Irmãos nossos, pela simples razão de que não almoçarão e nem jantarão e sobreviverão de migalhas de algum lugar?

Não há como desejar-lhes “bom almoço ou bom jantar” porque uma multidão de famintos no planeta e até muito próximo de nós, faz parte de um desnutrido exército de famintos. É triste constatar que os Governos gastam mais em armas para a morte do que em alimentos para a vida.

Não questionemos o Criador por permitir tais agruras e nem Lhe lancemos culpa pelo nosso descomedido egoísmo. Tentemos sim, na medida das nossas possibilidades aumentar o número de convidados à mesa da vida.

Deus dotou o nosso planeta de meios mais que suficientes para fazer desaparecer a fome. Façamos a nossa parte na partilha com os mais necessitados e, quando alguém nos pedir uma ajuda, externemos nossa bondade sem a empáfia da autossuficiência e sim com a generosa e sadia caridade que nos ensina o Evangelho.

Sejamos gratos a Deus pelo benefício diário da vida e sua manutenção, e busquemos a prática da beneficência em nome dessa gratidão. É oportuno nos lembrarmos de alguns ditames sagrados: Na prática da caridade “que a mão direita não saiba o que faz a mão esquerda”, “a fé sem obras, é vã” e que “fora da caridade não há salvação”.

Que este dia seja um dia feliz e de muita paz. Que possamos refletir sobre a nossa real capacidade de “querer” ajudar alguém.

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Tolerância virtuosa

Quanto maior o número de pessoas com as quais convivemos mais imperiosa se torna uma relação harmoniosa e solidária, seja na família, no lazer, nas reuniões sociais, nos templos religiosos e, principalmente, no trabalho onde é comum passarmos a maior parte do nosso tempo.

É impossível qualquer sucesso em ação coletiva sem a tolerância. Ela é a principal argamassa que propicia a harmonia, pois, todos nós dependemos uns dos outros. Tomemos como bom exemplo o nosso próprio corpo, ele só funciona bem quando a lei da cooperação está ativada, caso contrário a nossa sobrevivência se complica.

Se o estômago não suportasse as extravagâncias da boca, se as mãos não obedecessem aos impulsos da mente, se os pés não tolerassem o peso da máquina orgânica e não houvesse a sincronização de todos os órgãos internos a harmonia física não seria possível.

No nosso trabalho diário, também é assim. As queixas desfiguram a dignidade de qualquer tarefa retardando a sua execução. É preciso a valorização do trabalho e o cultivo da renúncia aos pequenos desejos a fim de conquistarmos a capacidade do sacrifício, o que pode nos levar ao progresso material que almejamos.

A tolerante compreensão das falhas dos nossos parceiros em qualquer obra e a renúncia a sentimentos inferiores em favor da prática do bem nos dará, além da maior garantia do alcance do objetivo comum, a impagável satisfação do dever cumprido.

Se ainda não temos o hábito da prática da Tolerância virtuosa, neste dia, lembremos que, no nosso convívio diário devemos nos suportar como Irmãos aprendendo com o Criador que têm tolerado sempre as nossas falhas todos os dias, como filhos dEle que somos.

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Nossas tarefas com empenho e satisfação.

Fugir às próprias responsabilidades é negligenciar as oportunidades de crescimento que a vida, a cada dia nos proporciona. Executemos nossas tarefas com empenho e satisfação.

Se estamos trabalhando em um campo que não é o nosso ideal, mesmo assim, trabalhemos com alegria. Tentemos compensar o sentimento de insatisfação fazendo o que nos cabe, exercendo a nossa função com seriedade. Seja qual for, o trabalho é sempre uma benção.

Agradeçamos a Deus a graça e o privilégio de sermos úteis e estarmos em franca atividade, nos lembrando de que, milhões de desempregados gostariam de estar em nosso lugar.

Quem se omite, foge ou negligencia suas obrigações, está apenas adiando os seus compromissos, e não, se livrando deles. Com um pouco de paciência e empenho chegaremos onde esperamos chegar.

Enfrentemos a realidade e não deixemos para amanhã a consciente execução da missão a nós reservada e determinada pelo Criador. Sabemos o quanto é prazeroso quando, mediante nosso trabalho e esforço constantes, conseguimos cumprir com os nossos deveres, mesmo após anos de labor profissional e nas tarefas continuadas e não menos nobres da aposentadoria.

Neste dia, agradeçamos a Deus pelas oportunidades, nem sempre dadas a todos, de sermos verdadeiros Obreiros da Sua Criação onde ele é o Mestre de Obra a nos orientar.

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Tudo nos chama para a vida

A vida é como as águas do rio e os ponteiros do relógio, não voltam. O tempo passa, as pessoas mudam, a estações se revezam, a natureza se renova e as feridas se cicatrizam.

Há um tempo para tudo, começo e fim. Sabemos que somente o hoje pode sofrer a nossa interferência, pois, ninguém modifica o passado e nem antecipa o futuro. O ditado antigo já nos ensina: “O tempo é que cura o queijo”, não é assim? Então, cuidemos do hoje.

Não adianta chorarmos o que perdemos ou lastimarmos o que não conseguimos. Mas, com a nossa atitude e coragem podemos mudar o hoje, o agora, e fazendo a diferença, pedirmos ao Criador a graça de um feliz despertar amanhã.

Um trabalho bem feito, um pedido de perdão, um elogio gratuito, um abraço carregado de sorriso, uma conversa sadia, um gesto de arrependimento por alguma falha com o nosso próximo e até conosco mesmos, tudo isso pode dar novo rumo à nossa vida.

Tais atitudes podem sim, corrigir em nós erros do passado quando não fomos inteligentes o suficiente para captar de nossas falhas tantas lições de vida. Quantas coisas deixamos de realizar e, às vezes, até nem percebemos pessoas dispostas a nos ajudar.

Portanto, não esmoreçamos, a hora é agora, é hoje. Fixemos em nossa mente que o tempo não para, a natureza se renova, os ponteiros do relógio e as águas do rio não voltam e tudo ao nosso redor nos chama para a vida.

Que tenhamos um dia cheio de motivação, alegria e muita paz!

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Sempre junto aos vencedores

Nós sofremos muito mais quando alimentamos a autocompaixão. Por que aumentar a nossa angústia, dando espaço e terreno fértil para que a tristeza, o desânimo e até a depressão possam germinar e se instalar em nós?

Se estamos nessa situação, nos desfaçamos o mais rápido possível desses sentimentos derrotistas, vivendo bem conosco mesmos e com a vida. Criar e alimentar uma atmosfera de autopiedade é respirar um clima de baixo astral, de pessimismo e de fraqueza interior.

Entendamos que somos fortes e muito capazes! E, ao fixar essa certeza, nos levantemos para a ação, e usemos esta capacidade para superar o que esteja sendo a causa dos nossos dissabores e, com alegria, vamos ao encontro da vida, para vivê-la na plenitude.

Nos isolarmos na autocomiseração, fechando os olhos para os nossos problemas, é nos considerar em segundo plano. Ora, não somos reservas no jogo da nossa própria vida. Então, sem perdermos de vista a humildade, ajamos como titulares e protagonistas.

Não nos menosprezemos e nem nos sintamos inferiores a quem quer que seja. Se as pessoas são importantes para nós, saibamos que somos, também, importantes para elas. Se a recíproca não for verdadeira, algo está errado.

Então, desalojemos da nossa mente os pensamentos que não reconheçam os nossos valores, a nossa capacidade, e a nossa importância ante os outros, o mundo e a própria vida.

Meditemos sobre este tema, neste dia, e jamais nos sintamos os últimos da fila. Nem sempre seremos os primeiros, é claro, mas estaremos sempre junto aos vencedores!

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