Humildade é a sabedoria

A humildade é a sabedoria silenciosa que ama e aceita a condição de servir, sabendo que tudo o que existe, todas as atitudes e ações do dia-a-dia, são dádivas da vida.

A humildade não busca qualquer reconhecimento, não alardeia grandes virtudes, nem se presta à ostentação fútil do bem praticado, pois, a recompensa é interna.

Aqueles que adotam a humildade como modo de vida, acumularão sabedoria no coração, uma vez que a humildade é o entendimento da alma formando uma unidade com tudo que inspira vida. Ser humilde é ter capacidade para pôr de lado o egoísmo.

Todavia, o exercício da humildade requer, por vezes, que suportemos muito sofrimento. Em contrapartida, a partir do sofrimento vem a solidariedade, a sabedoria e o crescimento. A dor, quase sempre é uma grande Mestra, porque a humildade desperta o nosso íntimo para a aceitação.

A humildade afasta a vaidade e o orgulho, ampliando a capacidade do coração desejoso de conhecer, expressar e vivenciar o amor. Tenhamos claro que, humildade não é sinônimo de subserviência ou fraqueza, é certeza de muita sabedoria.

Que este dia seja o carro-chefe de dias muito felizes.

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Orgulho e humildade, um bom tema para meditarmos

Se uma pessoa alcançou a grandeza, mas esta se faz acompanhar de orgulho, então ela se perderá em sua própria desaprovação, pois, sempre haverá outras pessoas ainda mais orgulhosas do que ela que cantam aos quatro ventos às próprias glórias.

Não é fácil ensinar a orgulhosos, pois, não enxergam a sua ignorância, aprendem a duras penas e ainda superficialmente. O orgulhoso, em sua ignorância, torna-se tolo, e a tolice, em sua banalidade, os faz estagnar-se.

Os orgulhosos precisam da humildade como do ar que respiram. O orgulhoso é um convicto cortejador da morte interna, pois, aos poucos vai matando a sua paz interior e a tranquilidade da sua consciência. O orgulhoso é um insaciável na sua vaidade.

Aqueles que são humildes, em sua grandeza, dão a conhecer a fonte de suas bênçãos e, incessantemente, buscam a verdade maior e, em seu íntimo, praticam costumeiramente o amor a si mesmo e ao próximo, e vivem em paz.

O orgulhoso serve apenas a si mesmo, e, através das comparações e julgamentos que faz, acaba por criar o próprio inferno que teme. O humilde, por sua vez, serve a todos, sem distinção, e não espera outra recompensa, a não ser o resultado do bom serviço que presta, no qual encontra alegria e paz, a verdadeira recompensa.

Quem sabe, orgulho/humildade, seja um bom tema para meditarmos alguns minutos neste dia?

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A juventude está na forma como encaramos a vida e seus problemas

Um dos maiores medos que aflige o ser humano é o de envelhecer. Esse medo chega a ser tão intenso que, ao invés de retardar o envelhecimento, apenas o apressa. Se estamos com esse medo, nos livremos dele, pois, é um sentimento nocivo.

Antes, devemos dar graças pelas rugas trazidas pela maturidade. São sinais de beleza e sabedoria adquiridos por quem vive plenamente, demonstrando conhecer o significado da alegria e do amor.

Se nos apegarmos em demasia à própria juventude, estaremos provocando um desgaste emocional que só fará antecipar o aparecimento das rugas. Por isso, é bom reservarmos um tempo para mergulharmos em nós mesmos, nos visualizando por inteiro e permitindo-nos sentir o profundo bem-estar da paz interior.

Nosso poder de imaginação é um dom muito mais valioso do que pensamos. Se a toda hora nos postarmos diante do espelho à procura de sinais de envelhecimento, na certa iremos encontrá-los.

Se, ao contrário, empregarmos nosso tempo experimentando e vivenciando as alegrias que a vida nos proporciona, não vamos gastá-lo alimentando temores, e manteremos uma aparência mais jovem. A juventude está na forma como encaramos a vida e seus problemas.

Lembremos, neste dia, que as rugas resultantes da mente sadia, do riso e do amor pela vida também aparecerão, mas serão sempre belas e admiradas.

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Amar o mundo na conformidade dos bons preceitos

Quantas vezes já ouvimos alguém dizer: “O mundo está acabando!”, ou “Estamos no fim dos tempos” e, ainda: “Está na Bíblia: “Mil anos passarão, mas dois mil não passarão!””. Ora, sabemos que muitas datas já foram definidas para a chegada do “fim do mundo” e ele está aí. Mais uma prova de que não devemos nos preocupar com isso.

Não somos, nós homens, que fazemos os dias, as noites, a chuva, o vento, as tempestades, o calor e tudo o que nele há. Tudo é obra e determinação Divina. E desse tudo, somos a parte mais importante, pois, fomos feitos à imagem e semelhança de Deus. Isto sim, está na Bíblia.

Nos preocupemos mais em amar o nosso próximo e ao mundo tão carente, devolvendo-lhe tudo de bom que dele usufruímos por obra e graça da Providência Divina. O mundo é o nosso lugar de evolução. Aproveitemos cada dia que nasce para nos aprimorarmos como criaturas humanas.

Estando de bem com o mundo, estaremos de bem com a vida. O mundo é o resultado daquilo que vemos e pensamos dele. Ele será bom ou mal, se dentro de nós estiverem também o bem ou o mal. Com ideias más, não encontraremos bondade nos outros, mas pensando no bem, as possíveis maldades alheias não nos afetarão.

Guardemos bem isso no coração. E quando quisermos encontrar amor e alegria por onde passarmos, pensemos na “mão dupla”, e sejamos portadores destes mesmos sentimentos e haveremos de encontrar o que buscamos.

Não é mal lembrarmos, neste dia, que, o mundo, quase sempre, nos paga com moeda semelhante a que levamos no bolso. Amar o mundo na conformidade dos bons preceitos já é uma forma de agradecimento ao Criador.

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Deve haver somente amor

Falar em certo e errado é como examinar as duas faces de uma mesma moeda. A moeda é uma só, nada além de uma dualidade de perspectivas. Ao aceitar que uma moeda nada mais é que uma moeda, devemos estar cientes da diferença entre as duas faces.

O que é o ódio, senão o desconhecimento do amor? E a mentira, senão a verdade distorcida? A ganância, senão a frustração do “não ter”. Onde fica o “ser”? Todavia, cada um tem a sua própria história para contar sobre o que a vida é ou não.

Aí perguntamos: como afirmar que uma pessoa está certa ou errada? A verdade se torna relativa, pois, está condicionada à perspectiva do observador. Certo ou errado, bem e mal, são polaridades de avaliação na mente de quem observa.

Fora do Juízo formal, ninguém é digno e sábio o bastante para julgar um semelhante. Certo e errado são criações de uma mente polarizada e não a observação amorosa da vida, singela como ela é. Apenas na concepção da Humanidade e do Universo, pode existir algo como a perfeição da vida.

Portanto, nos lembremos, neste dia, de que, no âmago da vida deve haver somente amor, pois, ele é a sua essência. Que tal evitarmos os julgamentos?

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Alegria, sorriso e riso

A alegria, o sorriso e o riso são a música das crianças, o conforto da mente livre de preocupações e do controle da vida. É a elevação dos nossos pensamentos e emoções para além das limitações e medos que impomos a nós mesmos, no caminho da paz interior.

O riso é a expressão do coração, quando ele permite que a alegria tome conta dele. A alegria é o destino da alma que encontra a vida .

E como devemos vivenciar a vida? Ora, vivendo o momento presente, o aqui e agora, ao invés de nos fixarmos no passado ou nos preocuparmos em demasia com o amanhã.

Ter alegria é encarar a vida como uma experiência divertida de exploração e descobertas, e não um aborrecido amontoado de circunstâncias, independente da idade.

É conceber o conhecimento e a compreensão dos princípios da vida, não somente como regras e regulamentações, mas como dádivas que residem na liberdade da verdade e da existência.

A alegria está na exaltação do amor, por tudo que foi abençoado pela vida, e não nos julgamentos ou críticas.

O adulto com alegria, torna-se uma criança alegre, sem medo, que não faz julgamentos, mas apenas sorri e se diverte brincando sadiamente e responsavelmente com a vida.

Um dia carregado de sorrisos e risos, na proclamação do dom da vida e da felicidade, é o que precisamos hoje.
E vamos conseguir!

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Presença na vida das pessoas que amamos

A única certeza que hoje temos é a de que estamos vivos neste momento. Podemos fazer projetos e sonharmos sobre a semana que vem, sobre o ano que vem, mas não existem garantias de que lá estaremos para vivermos outra realidade.

Então, o importante é que cuidemos de nós mesmos e de nossos semelhantes neste instante. A nossa realidade é aqui e agora. Nos perguntemos se já expressamos amor para com as pessoas que amamos no dia de hoje.

Uma simples e singela manifestação de carinho, gera um impacto positivo sobre a qualidade do dia, tanto para quem doa quanto para quem recebe palavras de atenção, que inspiram cuidado e zelo entre as pessoas que amamos.

Já nos perguntamos se alguém próximo de nós, precisou ou precisa da nossa atenção, de um incentivo ou de um mero reconhecimento? É preciso nos habituarmos, vez ou outra, sairmos do cubículo de nós mesmos se quisermos descobrir as dádivas de uma sadia convivência coletiva ao nosso alcance.

Não é por coincidência que somos atraídos por determinadas pessoas ou escolhemos determinados grupos com os quais nos identificamos nos valores e atitudes. Milton Mayeroff escreveu: “No querer bem, o processo é mais importante que o produto, pois é somente no presente que posso cuidar do meu próximo”.

Neste dia, meditemos um pouquinho sobre a importância da nossa presença na vida das pessoas que amamos, na certeza de que podemos e devemos ser partícipes da contínua evolução espiritual de cada uma delas.

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Tudo depende de nós e de nosso querer

Nossa vida diária é feita de altos e baixos. Às vezes, conseguimos realizar as tarefas desejadas com certa facilidade e tudo sai como planejado. Mas existem dias que conseguimos quase nada.

Podemos comparar a vida a uma estrada onde, com certeza, encontraremos subidas e descidas e, nessa jornada inevitável, enfrentaremos chuva fina ou tempestades e, lógico, sol ameno ou causticante, não é mesmo?

Quantas vezes programamos realizar algo e sentimos que forças estranhas tentam nos impedir, e notamos que essas forças estão em nós mesmos nos levando ao desânimo. Quando isso acontece buscamos uma desculpa para adiar ou até desistir dos compromissos.

Não. Não podemos desistir e “deixar para amanhã o que podemos fazer hoje”. Os problemas se acumularão e o desespero virá. Não nos juntemos àqueles que querem ser felizes esperando receber tudo dos outros como meros parasitas.

Aprendamos que na nossa estrada, quer chova ou faça sol, tudo depende de nós e do nosso querer. A decisão de realizar, cria possibilidades à medida que avançamos, e por maior que sejam os obstáculos a serem removidos, eles serão vencidos.

Tenhamos a convicção de que, com a perseverança do trabalho eficiente e constante, mesmo na execução de pequenas tarefas, faremos com alegria nossas obrigações, e sem negligenciar a menor delas seremos capazes de “transportar montanhas”.

Iniciemos o dia seguindo a nossa estrada com coragem e fé, e então, o sol ou chuva serão nossa motivação.

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Fazer o que precisa ser feito

É comum percebermos que algumas pessoas não têm opiniões próprias ou agem de acordo com as opiniões alheias. Costuma-se definir essas pessoas com um ditado popular: “São como folhas de bananeira, vão para onde o vento leva”.

São pessoas que não tem convicção própria e mudam de postura segundo as conveniências ou mesmo circunstâncias. Estão sempre do lado que lhes convém, demonstrando falta de personalidade e até de caráter.

Mas, que sabor e sentido podem ter uma vida assim? Podem evitar o dissabor de uma derrota, mas, não sentirão jamais o prazer e a alegria de uma merecida vitória. A vida só tem sentido porque nos traz constantes desafios nem sempre fáceis de serem vencidos.

Em nossa vida devemos ter objetivos bem claros e tentar concretizá-los, mesmo sabendo que para conseguirmos é necessário coragem e perseverança. Não podemos ficar no “eu gostaria”, no “acho que vou tentar”. Não! Nós temos que ser decididos. Acreditemos que o “eu quero e vou fazer” pode realizar tudo, até milagres.

Outro ditado popular nos incentiva: “Quem não arrisca, não petisca”, ou seja, quem não tem convicção do que quer e não acredita na vitória, tem medo e não arrisca, e assim, já se condiciona a não alcançá-la. É claro que, às vezes, incertezas nos saltam à mente, mas isso é normal.

Que tal definirmos, neste dia, um bom propósito: “Fazer o que precisa ser feito como se tudo dependesse da gente, e confiar em Deus como se tudo dependesse dÊle? Com certeza dá certo!

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Tirar proveito de tudo

Quem se alegra com o que tem nunca está triste. O inconformado com o que tem, está sempre querendo mais, e passa a ver seus desejos numa miragem permanente e nunca os alcança.

Muitas pessoas são assim, correm atrás do que não têm e desprezam o tesouro que têm ao seu alcance. A pessoa sábia é aquela que aprende a saborear a vida com tudo o que ela dá e tem, e não com o que ela sonha ou gostaria que a vida fosse ou tivesse.

De tudo o sábio tira proveito e se faz aprendiz e ouvinte, atento para captar o que de mais importante vai acontecendo em sua vida. E desta forma em tudo vai vendo o seu verdadeiro significado. Não há nada que para ele seja banal ou pareça sem sentido.

O olho e o coração do sábio estão voltados continuamente para o que no momento é possibilidade concreta e não para o que é simples desejo ou que não esteja ao alcance das mãos. A pessoa sabia é um artista sem querer sê-lo.

O sábio, ao invés de ficar lamentando pelo que não possui, põe mãos à obra em uma tarefa menor, limitada na forma humilde em que ela se apresenta, e tira dali sentido e direção para dignificar a sua existência. Seu prazer e alegria vem do saber aproveitar o pouco que tem e que lhe é dado a cada instante de sua vida.

Que tal, a partir de hoje, tentarmos aprimorar nossa sabedoria e aprendermos mais a tirar proveito de tudo que Deus, sabiamente, colocou ao nosso alcance? A gente consegue sim!

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