Águas paradas não movem moinho

“Águas paradas não movem moinho”, afirma o dito popular. Poderíamos comparar o vigor humano à força das águas correntes.

À medida que as águas seguem seu curso rumo ao mar, passam por diversos obstáculos naturais, mas, seu “vigor” possibilita contornar e vencer tudo, sempre buscando a sua meta, o mar.

As águas que se cansam, se represam, tornam-se “águas paradas”, se deterioram e não realizam no seu trajeto, as belezas das lindas corredeiras e belas cachoeiras. Ganham em tranquilidade, mas perdem em vigor.

Nós somos como as águas, temos muitos desafios na vida a serem vencidos, e cada dia significa uma nova surpresa em nossa jornada rumo ao “mar”. Nossas virtudes são desenvolvidas quando acatamos com entusiasmo nossa missão terrena.

Buscar refúgio em “águas paradas” é uma opção que limita as nossas possibilidades. A vida só tem valor na doação, ou seja, no vigor que acolhe todas as manifestações de vida, caso contrário ela própria perde seu sentido.

Neste dia, em alguns minutos, avaliemos a forma como estamos conduzindo nossa vida. Sejamos como água corrente, para construir caminhos ante quaisquer obstáculos.

Compartilhar

Valorizar o nosso trabalho

No portão de entrada do Campo de Concentração de Auschwits, na Alemanha de Hitler, havia o seguinte escrito: “O trabalho liberta”. Mas, sabemos que a palavra trabalho tem duplo sentido, um Grego e outro Latino.

Em Grego, trabalho vem do “érgon” que é a capacidade do homem em transformar a Natureza com seu esforço. Em Latim, trabalho é “tripaliare“, que é martirizar, isto é, uma realização forçada, contra a vontade.

Liberdade lembra responsabilidade. Assim, quando alguém coloca tudo de si na realização de um trabalho, é como uma vacina que o liberta dos vícios, exatamente pelo exercício da Liberdade responsável e consciente.

Mas a frase em Auschwits, foi posta com duplo sentido, de maneira maliciosa e com intenção de enganar, pois naquele lugar, o trabalho tinha a conotação de escravidão, ou seja, era como um veneno que tinha a intenção de matar.

Por isso, na nossa vida cotidiana, antes de nos prendermos ao que nos é dito, procuremos conhecer as intenções de quem diz, pois nem todas as palavras bonitas e bons discursos têm boas intenções, ou deles podemos esperar o que imaginamos.

Estejamos sempre precavidos, e ajamos com cautela ante as facilidades que nos forem oferecidas, sem qualquer certeza da contrapartida do nosso esforço, da dedicação e do resultado a ser alcançado.

Iniciemos um dia pródigo em sabedoria para a aprendizagem de como valorizar o nosso trabalho, qualquer que seja ele, sem cairmos nas malhas do discurso fácil e da enganação.

Compartilhar

Bons pensamentos e bons propósitos

Quando se tem um problema de difícil solução, é comum ouvirmos a frase: “É mais difícil do que encontrar uma agulha no palheiro”. Temos que, ao se buscar uma agulha no “palheiro”, a atenção deva estar em “encontrar a agulha” e não em admirar as palhas.

Assim também, deve ser a busca pela solução dos nossos problemas, para o alcance dos nossos objetivos.

A palavra “curioso” vem do latim “curiosu“, que designa não só a pessoa que tem o desejo de saber, de ver, de desvendar, ou que está atenta, mas também o indiscreto, o bisbilhoteiro, o fofoqueiro.

Objetos ou fatos estranhos são situações que despertam a nossa curiosidade e podem tirar nossa atenção. Por isso, alertemos a nós mesmos, sobre o perigo de nos distrairmos com algo curioso e deixarmos de lado o nosso propósito, pois, nossa atenção poderá se dispersar.

Dizem que quando a pessoa não sabe onde quer ir, qualquer caminho serve, pois, ela não tem objetivo, mas quando sabe onde quer chegar, procura não se distrair para chegar o quanto antes à meta desejada.

Assim, exercitemos nossa mente e o nosso coração, para que estejam sempre ocupados com bons pensamentos e bons propósitos, evitando distrações que nos tirem da busca pelas “agulhas”, isto é, dos nossos objetivos.

Um excelente dia para todos nós!

Compartilhar

O real significado do amor

O aprendizado do amor leva uma vida inteira. Duas figuras históricas refletem bem o amor apaixonado pelo próximo: São Francisco de Assis e Madre Tereza de Calcutá.

O bom Francisco, reconhecia na figura do pobre abandonado, principalmente os leprosos, a figura do próprio Jesus sofredor e, então, lavava-lhes as feridas e beijava-lhes os pés.

Madre Tereza, se dedicou aos moribundos nas ruas de Calcutá, para dar-lhes o mínimo de amor na hora de suas mortes. Esta sua dedicação, sua devoção e seu amor incondicional tocou o mundo.

Foram pessoas que descobriram um grande tesouro, que é o apaixonante amor para com o próximo mais necessitado.

Entenderam que a felicidade que este amor proporciona é imensurável aos “olhos” do mundo tão carregado de orgulho, ganância e egoísmo. Este amor pertence ao Plano Divino do Criador.

Se ainda não somos partícipes efetivos desse Plano Divino, que tal começarmos a amar quem está do nosso lado, em casa ou no trabalho perdoando os seus momentos de fraquezas no nosso dia-a-dia?

Reforcemos esta intenção e esta prática a partir deste dia e, assim, estaremos dando largos passos para entendermos o real significado do amor, na sua plenitude.

Compartilhar

Sabedoria para aprendermos

O bom agricultor, além da correta análise da época do plantio, desenvolveu a percepção de conhecer cada fase da planta, da semente até a chegada do fruto.

Percebe ainda que tudo que envolve o plantio exerce certa influência, desde o vento até as estações do ano. Este aprendizado aconteceu com o passar do tempo, no desenvolver de sua habilidade em ouvir a Natureza e na percepção do momento certo de plantar e de colher.

Na nossa vida, também pode ser assim. Devemos desenvolver uma percepção semelhante para sabermos o momento certo da ação, conscientes de que nada acontece por acaso. Há sinais que nos avisam o que pode acontecer, e quando devemos agir.

E para isso, com a experiência adquirida, devemos exercitar nosso aprendizado na análise dos acontecimentos, para aprendermos a ler nas linhas e sinais dos tempos as oportunidades que nos aparecem.

Peçamos a Deus sabedoria para aprendermos a conhecer melhor tudo que nos rodeia, e assim podermos fazer uso, no momento oportuno, do bem que se apresenta ao nosso alcance.

Que este dia seja tranquilo e feliz!

Compartilhar

Reconhecermos o valor que tem cada ser humano

Cada uma das diferentes raças que compõem a humanidade tem um objetivo e uma contribuição a dar às outras. Nós temos muito o que aprender com aqueles cuja cor da pele é diferente da nossa. Afinal, nós e todos os outros somos igualmente seres humanos.

A cor da pele, assim como é percebida pelos nossos olhos físicos, baseia-se num espectro de luz muito estreito. Moralmente, seria melhor que fossemos cegos, do que estabelecer julgamentos sobre as pessoas e situações tendo como base as aparências.

Sabemos que os pensamentos e sentimentos possuem uma energia envolvente. E nós podemos ajudar as pessoas a se prepararem para ser o que julgam que são, através do poder do nosso pensamento e da nossa crença.

Isto se dá, quando as pessoas ainda não estão despertas o bastante para estar conscientes e protegidas das forças dos pensamentos negativos que podem partir de pessoas más que as cercam.

Cada raça tem dons especiais que, partilhados com todos os seres humanos elevam o sentido da vida em coletividade, tornando-a mais produtiva e feliz. Sabemos que nós humanos, em especial, devemos ou deveríamos formar uma grande Fraternidade Universal.

Portanto, que os nossos olhos e coração possam se abrir somente para aquilo que em nosso semelhante for digno de admiração e respeito, incentivando-o a melhorar e a expressar as suas qualidades.

Só assim, será possível reconhecermos o valor que tem cada ser humano e, a partir de então, não haverá lugar para julgamentos ou preconceitos, principalmente pela cor da nossa pele.

Que tenhamos um dia saudável e feliz com todos que conosco hoje conviverem.

Compartilhar

O verdadeiro amor incondicional

Todos nós ansiamos pela paz. Até guerras são criadas em seu nome. Já ouvimos a famosa frase: “Se queres a paz, prepara-te para a guerra”. Isto é, quanto mais preparados e fortes estivermos mais incutiremos temor e respeito, mesmo que pelo medo de atacar.

Porém, jamais conheceremos a verdadeira paz enquanto houver intolerância, desunião, ódio, ganância e fome de poder. A paz existe sim, e está ao nosso alcance, mas precisa ser buscada, precisa ser construída.

Podemos trazê-la para dentro do nosso ser e da nossa vida, se abrirmos caminho para que o amor incondicional se manifeste através de nós. O melhor movimento em favor da paz deve estar alicerçado num coração repleto de amor e de tolerância.

Ela brotará de forma natural dentro cada coração, e sem a necessidade de se falar sobre ela ou de proclamarmos sua existência. Ela simplesmente existirá, sem a necessidade de qualquer contenda.

Como estaremos em paz conosco mesmos? Ora, se nos preocuparmos com nossos semelhantes, se enxergarmos tudo com os olhos do coração e da alma, se reconhecermos agradecidos a perfeição que a vida contém, se respeitarmos todas as maravilhas da Criação Divina.

Então, possuiremos o verdadeiro amor incondicional e nele encontraremos a paz que tanto almejamos. E, estando em paz, ela será a nossa contagiante realidade. Que tal pensarmos nisso, neste dia!

Compartilhar

Indicando o caminho certo

A inspiração é a força vital que nos diz “o que e como criar”, a partir da natural ânsia de viver. É a sensação que temos quando estamos de fato sintonizados com a divina orientação interior.

Frequentemente, nós queremos sentir e expressar nossos sentimentos, de alegria, de tristeza, de dor e até de sofrimento, mas isso só acontece quando estamos movidos pelas energias da inspiração e da criatividade.

Esses sentimentos são contagiantes. Assim, procuremos contagiar mais pela alegria, pois, toda vez que estamos criando, movidos por ela, mais se expande a nossa vivacidade. Nosso amor pela vida é a porta que se abre para receber e difundir essa “energia criadora”.

Nossa mente, às vezes, acalenta pensamentos negativos de que não somos capazes de realizar tanto quanto os outros, nos conduzindo a um falso sentimento de inferioridade. Isso não pode acontecer, simplesmente por que não é verdade.

Se desejamos afastar esses pensamentos limitadores das nossas ações, e nos abrirmos para todas as boas possibilidades que temos, os afastemos com a força motriz da positividade, e assim, nenhuma limitação restringirá nossa inspiração e nossos atos.

Através da nossa imaginação positiva, encontraremos solução até para o mais difícil dos desafios. E assim, só a desistência nos fará fracassar. E, “fracasso e fracassar” são palavras que não podem existir no nosso dicionário de vida.

Neste dia, tenhamos a certeza de que, apenas quem diz “Eu não posso”, nunca conseguirá. Mas se dissermos “Eu posso”, com convicção, o Universo sempre conspirará a nosso favor nos indicando o caminho certo.

Compartilhar

Não julgueis, para não serdes julgados

Seria uma grande temeridade acharmos que alcançamos tamanho grau de perfeição, que nos permita julgar os atos de nossos semelhantes. Seria o mesmo que proclamar que não cometemos nenhum erro.

A vida nos induz a buscar a perfeição sempre, pois, para isso fomos criados com capacidade de raciocínio e inteligência, como a mais perfeita criação do Senhor dos Mundos.

Todos temos limitações naturais, e a percepção e julgamento da nossa vida e, principalmente, do nosso semelhante, está ligada ao nível e valor dos conhecimentos que adquirimos diariamente.

A tolerância, a bondade e o amor são ingredientes indispensáveis à aquisição de um dos sentimentos mais nobres do ser humano: a humildade.

Ao tomarmos posse desse sentimento, compreenderemos que todas as vezes que julgarmos as palavras ou atos de alguém, estaremos julgando a nós mesmos.

Quando realmente formos guiados pelo amor, analisaremos tudo sob a luz da compreensão e da compaixão. Os julgamentos cessarão, e a paz, a alegria e a felicidade estarão sempre presentes por onde quer que passemos ou estejamos.

Iniciemos bem o dia nos propondo a observar sempre o preceito bíblico: “Não julgueis para não serdes julgados, pois, com a mesma medida com que julgardes, sereis julgados”.

Compartilhar

Desafiar os desafios

É frequente nos depararmos com desafios que à primeira vista parecem intransponíveis. Mas eles estão aí exatamente para nos ensinar que tudo é possível na corrente ilimitada da vida.

Cada obstáculo e desafio vencidos, nos levam a conhecer cada vez mais a nossa capacidade de desenvolver o nosso potencial, através do amor pela vida, por nós mesmos e pelo nosso próximo.

Recebamos todos os desafio como bençãos e mostremos que estamos prontos para evoluir e crescer, na estrita conformidade com os desígnios do Criador.

Mesmo nos aparentes momentos de derrota há sucesso, pois, quando algum projeto não dá certo, nos permite identificar quais comportamentos ou atitudes estão impedindo a realização dos nossos objetivos, e corrigí-los.

Não façamos juízo tão somente a partir dos resultados de nossas tarefas, tampouco critiquemos negativamente nosso desempenho a partir delas, porque, com certeza, ao realizá-las, empregamos todo o nosso esforço e dedicação, e isso é o que conta.

Ao invés disso, nos alegremos pela beleza de estarmos em um processo contínuo de crescimento pessoal e espiritual. Sejamos gratos pelos desafios que a própria vida nos propõe. Eles são manifestações da alma que anseia por libertar-se das limitações.

Aproveitemos alguns minutos deste dia, para “desafiar os desafios”, mostrando que nós é que os venceremos, pois, Deus está conosco.

Compartilhar