E se tivéssemos desistido?

Quantas vezes, impacientes com algum resultado que não chega, ou com uma expectativa frustrada, dizemos: “Cansei de esperar, isso vai dar em nada!”. Mas eis que antes de desistir, a resposta ou a solução chega. E se tivéssemos desistido?

A paciência é um misto de esperança e fé, e não custa nada. As coisas, às vezes, não saem como queremos, e aí, convém esperar até o último minuto.

Não esmoreçamos por causa das dificuldades. Desanimar no meio do caminho é perder tempo. A impaciência nunca traz bons resultados. Se até as fases boas passam, por que as ruins não passariam, não é verdade? Então, acreditemos e tenhamos fé.

Mentalizemos bons pensamentos, nos acalmemos e recorramos à oração. Entremos no aconchego do nosso quarto, ou onde estivermos, silenciemos por alguns minutos e oremos. Uma sensação agradável tomará conta do nosso ser, aliviando o nosso espírito.

O nosso íntimo se renovará, a dor e a angústia desaparecerão, e assim venceremos o momento difícil com uma força interior que nem imaginávamos ter.

Preparemos um dia feliz, nos lembrando de que tudo passa, ficando sempre a lição da experiência que nos ajuda a crescer.

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Não façamos da vida um amontoado de recordações

Não façamos de nossa vida um amontoado de recordações do passado, e nem nos prestemos a exageradas preocupações com o futuro.

Repelindo a ansiedade que pode nos tirar a paz interior, a serenidade e a firmeza nas atitudes, procuremos dar prioridade ao “viver intensamente o presente, com sentimentos e emoções que possam ser bem exploradas aqui e agora.

Nos dias atuais, muitas vezes, somos seduzidos, principalmente pela mídia, a termos uma visão de grandeza, fortuna, beleza, fama e glória, como corolário de poder e ascendência sobre os outros.

E assim, nos tornando ávidos e gananciosos, somos conduzidos a um proceder sem limites, de vaidade e ambição. Tais sentimentos, nos levam a esquecer que somos todos iguais, embora cumprindo cada um a sua missão, mas que ao final de tudo teremos o mesmo fim.

Não resta qualquer dúvida de que é natural a busca incessante do bem-estar, do conforto e sucesso pessoal para nós e os nossos. Afinal, a evolução material, salvo raríssimas exceções, é desejo e ânsia viva em todo ser humano.

No entanto, uma coisa é querer crescer na vida, concentrando-se no presente, respeitando os nossos limites e os de outrem. Outra coisa é vivermos angustiados e deprimidos na busca de resultados ao preço do sacrifício da paz interior, da honestidade e da honra, sob o falso e nefasto princípio de que “os fins justificam os meios”.

Que tal meditarmos um pouquinho sobre a efemeridade do poder e da glória, valorizando mais, nesta jornada terrena, a solidariedade, a paz e o amor, que nos pavimentarão o caminho para a glória na “morada final”?

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Tudo passa

Quantas vezes, impacientes com algum resultado que não chega, ou com uma expectativa frustrada, dizemos: “Cansei de esperar, isso vai dar em nada!”. Mas eis que antes de desistir, a resposta ou a solução chega. E se tivéssemos desistido?

A paciência é um misto de esperança e fé, e não custa nada. As coisas, às vezes, não saem como queremos, e aí, convém esperar até o último minuto.

Não esmoreçamos por causa das dificuldades. Desanimar no meio do caminho é perder tempo. A impaciência nunca traz bons resultados. Se até as fases boas passam, por que as ruins não passariam, não é verdade? Então, acreditemos e tenhamos fé.

Mentalizemos bons pensamentos, nos acalmemos e recorramos à oração. Entremos no aconchego do nosso quarto, ou onde estivermos, silenciemos por alguns minutos e oremos. Uma sensação agradável tomará conta do nosso ser, aliviando o nosso espírito.

O nosso íntimo se renovará, a dor e a angústia desaparecerão, e assim venceremos o momento difícil com uma força interior que nem imaginávamos ter.

Preparemos um dia feliz, nos lembrando de que tudo passa, ficando sempre a lição da experiência que nos ajuda a crescer.

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Caminho para a glória na “morada final”

Não façamos de nossa vida um amontoado de recordações do passado, e nem nos prestemos a exageradas preocupações com o futuro.

Repelindo a ansiedade que pode nos tirar a paz interior, a serenidade e a firmeza nas atitudes, procuremos dar prioridade ao “viver intensamente o presente, com sentimentos e emoções que possam ser bem exploradas aqui e agora.

Nos dias atuais, muitas vezes, somos seduzidos, principalmente pela mídia, a termos uma visão de grandeza, fortuna, beleza, fama e glória, como corolário de poder e ascendência sobre os outros.

E assim, nos tornando ávidos e gananciosos, somos conduzidos a um proceder sem limites, de vaidade e ambição. Tais sentimentos, nos levam a esquecer que somos todos iguais, embora cumprindo cada um a sua missão, mas que ao final de tudo teremos o mesmo fim.

Não resta qualquer dúvida de que é natural a busca incessante do bem-estar, do conforto e sucesso pessoal para nós e os nossos. Afinal, a evolução material, salvo raríssimas exceções, é desejo e ânsia viva em todo ser humano.

No entanto, uma coisa é querer crescer na vida, concentrando-se no presente, respeitando os nossos limites e os de outrem. Outra coisa é vivermos angustiados e deprimidos na busca de resultados ao preço do sacrifício da paz interior, da honestidade e da honra, sob o falso e nefasto princípio de que “os fins justificam os meios”.

Que tal meditarmos um pouquinho sobre a efemeridade do poder e da glória, valorizando mais, nesta jornada terrena, a solidariedade, a paz e o amor, que nos pavimentarão o caminho para a glória na “morada final”?

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