A melhor religião é aquela que te faz melhor

As religiões são importantes, e cada uma possui seus ensinamentos dentro da ética espiritual, com a visão da vida e do mundo atual.

Nem estão certas ou erradas. Todas cumprem com seu papel de levar às pessoas o conforto e a fé, a maioria, através do Evangelho, que gira em torno dos ensinamentos do Divino Mestre Jesus.

Embora Ele, de acordo com os relatos dos Evangelistas, jamais tenha tocado no nome de alguma religião, preceituou os seus ensinamentos num único mandamento, o do amor.

Isso explica a transcendência do verbo amar sobre os dogmas, ritos e conceitos. O amor é a vivência da espiritualidade ensinada pelo Mestre Galileu.

Tomemos como exemplo a sábia resposta do Dalai Lama à seguinte pergunta que lhe foi feita pelo famoso teólogo Leonardo Bof:

– Santidade, qual é a melhor religião?

E ele sabiamente respondeu:

– A melhor religião é aquela que te faz melhor.

Neste dia, meditemos sobre esta grande premissa e encontraremos a paz de espírito e o conforto nas nossas atribulações. Exercitemos com fé e persistência a nossa crença qualquer que seja a religião. E seremos muito mais felizes!

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Levantar com um brilho no olhar

Já observamos o quanto é bom nos levantarmos a cada manhã com um brilho no olhar e de ânimo renovado?

Isto será sempre possível quando orarmos antes de colocarmos os pés no chão, agradecendo a Deus, e pedindo sua benção e proteção para mais um dia que se inicia.

A oração alimenta o espírito, nos fortalecendo para a luta diária a ser vencida. Mas, assim como o corpo precisa do alimento, o nosso espírito também o necessita.

A base do alimento espiritual vem da nossa contínua conexão com o Criador, através da prece. Aí expandiremos nossa aura com vibrações positivas, resguardando-nos das influências negativas.

O sincero agradecimento a Deus pelo dom da vida, a cada dia, já significa a continuidade da conexão protetiva dEle, com suas bênçãos. Ao mantermos este hábito diário de gratidão, estaremos garantindo a nossa serenidade e a nossa razão. E teremos mais alegrias e felicidade. Pensemos nisso!

Que tenhamos um dia tranquilo e cheio de paz!

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Mente sã em um corpo são

Exercer uma atividade física qualquer, é fundamental para a nossa saúde física, que é a base para a nossa saúde mental.

O sedentarismo é como a ferrugem em nossa ferramenta de trabalho, pois, quanto mais tempo estiver sem uso, mais rápido ela sentirá os efeitos da ação do tempo e se enferrujará. Mas se for utilizada com regularidade estará sempre bem cuidada e a ferrugem não a alcançará.

Assim, quanto mais praticarmos exercícios físicos, mais dispostos nos sentiremos. Aumentaremos a nossa resistência e preservaremos o nosso corpo de uma degeneração mais rápida que o envelhecimento natural a que todos estamos sujeitos.

E, assim como as atividades físicas devem ser regulares, com os exercícios mentais, também não é diferente. Exercitemos a nossa mente com exercícios diários de raciocínio, para que mantenhamos em constante atividade o nosso cérebro. Ele também pode se enferrujar.

A nossa mente precisa estar sempre ocupada com pensamentos positivos e em perfeita sintonia com a vida. E essa sintonia só é alcançada quando conseguimos o equilíbrio entre a saúde física e mental. O grande educador italiano São João Bosco já dizia “água parada cria bicho” e ia mais além ao afirmar “mente desocupada é oficina do Diabo”.

Pensemos nisso neste dia. Deus nos quer saudáveis e felizes na fórmula do provérbio latino: “Mens sana in corpore sano”, “uma mente sã em um corpo são”. E a vida está aí pra ser vivida na sua plenitude e na felicidade.

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Novos “portos seguros”

Sabemos que a nossa vida se assemelha a um barco a velas, que precisam ser içadas de acordo com a direção e qualidade dos ventos e, por isso mesmo, devem ser ajustadas continuamente, pois, os ventos mudam constantemente de rumo e de intensidade.

Portanto o navegador tem que estar atento, pois, se não observar essa básica premissa da navegação, o barco perderá seu rumo em meio ao oceano que, pela sua imensidão e inconstâncias da calmaria de suas águas poderá levá-lo ao naufrágio.

Observemos, então, qual a qualidade e intensidade dos ventos, e a forma como içamos as velas dessa fantástica embarcação que é a nossa vida. Será que ela está mesmo no rumo certo ou se encontra à deriva em alto mar?

Não temos dúvidas de que Deus é o Comandante dessa embarcação, mas também, não temos dúvidas de que o timoneiro somos nós e o leme está em nossas mãos. O Comandante nos passa as orientações e a responsabilidade pela condução ao destino é nossa.

Sejamos sábios, nos orientando pela bússola do conhecimento, adquirido com o discernimento e a experiência. Levantemos as velas da confiança, da determinação e da coragem e deixemos que a brisa suave do Auxílio Superior nos conduza para um Porto Seguro.

E assim confiantes, neste dia, firmes e amparados por Deus, possibilitaremos a abertura de novos horizontes e novos “portos seguros” onde atracarmos a embarcação da nossa vida.

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Exercício da sagrada virtude da paciência

Não deve haver limites para o exercício da sagrada virtude da paciência. Ela nos permite ver de forma mais clara o que fazer, evitando precipitações.

A calma, em qualquer situação, nos mantém centrados na melhor análise do que estamos fazendo, nos possibilitando tomar as decisões mais corretas, mais produtivas, e no momento certo.

Portanto, sejam quais forem as circunstâncias, não nos deixemos levar pelo primeiro impulso, pelas repentinas emoções. Na maioria das vezes, a ação resultante somente da emoção, nos tira a razão. É aí que mora o perigo!

A maneira como lidamos com as dificuldades é que faz a grande diferença. Se agimos com calma e paciência, em primeiro lugar preservamos a nossa saúde mental, e em segundo, damos a nós mesmos, o tempo necessário para avaliarmos cada situação como um todo.

Fiquemos atentos para que a impetuosidade não nos surpreenda, pois, se sucumbirmos a ela, os prejuízos poderão ser enormes. Jamais devemos agir por impulso, ele limita o nosso raciocínio, compromete a nossa razão e enfraquece o nosso espírito.

Neste dia, atentemos melhor para o exercício da humildade, da calma, e da paciência, são pressupostos básicos para uma saudável convivência em todos os lugares e com quem quer que seja. O nosso ganho será infalível!

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Ocupar nosso tempo com o devido valor e respeito

Perdemos um longo e precioso tempo, quando nos ocupamos com a vida dos outros em assuntos que não têm nada a ver conosco.

A crítica aos comportamentos alheios só é válida, quando analisamos os maus exemplos com a boa e clara intenção de não os cometermos também.

Em quase todos os fatos que acontecem ao nosso redor, há lições a serem a aprendidas e que podem ser utilizadas em nosso proveito, nos aprimorando cada dia mais para um melhor convívio social.

Falar da vida alheia não nos acrescenta nada, pois, além de perdermos tempo, ainda criamos uma atmosfera de maledicências e de energias negativas.

E todos nós sabemos que o tempo é uma ferramenta preciosíssima e, ele, tempo, nos cobrará o seu bom emprego.

Iniciemos bem o nosso dia, valorizando o nosso tempo, nos ocupando dele com o devido valor e respeito, sem desperdiça-lo com banalidades, principalmente as do nosso próximo. E a vida nos agradecerá no “devido tempo”!

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Não desistamos dos nossos sonhos e metas

Os antigos romanos diziam que “o começo já é a metade da façanha”, o que mostra a importância do “começar” qualquer projeto, mas, a outra metade que dá sentido à primeira, é a continuidade, que justifica a perseverança e a persistência”.

A satisfação com a realização da obra vem de começá-la e nela continuar até a sua conclusão.

Isso se aplica também à vida que é uma construção em constante obra. Se não abandonarmos os maus hábitos, se não reconhecermos ou retificarmos os nossos erros, se deixarmos o bom caminho, se não nos direcionarmos pelos bons pensamentos e emoções, como esperar a felicidade, se ela é o resultado de tudo isso? Não terminaremos a construção.

A desistência de um bom projeto começado, provoca a perda de uma valiosa intenção e de um importante objetivo, deixando plantadas as sementes da desesperança, da descrença e da frustração e, em consequência, da infelicidade.

Ora, sejamos fortes e não desistamos dos nossos sonhos e metas, pois, se engajarmos o nosso coração e nossa alma num bom projeto de ação e crescimento pessoal, espiritual e mesmo material, nós aumentaremos a nossa energia para a luta, fortaleceremos a nossa resistência, e com isso seremos perseverantes e o êxito será uma consequência natural e prazerosa.

Que tenhamos um excelente dia, e acreditemos que Deus, o Supremo Ser, está em nós e sustenta a nossa energia e inteligência, nossa disposição e nossa ação. Desistir, jamais!

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Liberdade, um passaporte para a felicidade

O exercício da liberdade é uma condição essencial para o nosso progresso pessoal. As nossas ações são consequências dessa liberdade que nos impulsiona ou nos impede de progredirmos.

Acontece, muitas vezes, de estarmos aprisionados a algo negativo e nem percebermos. Em outras circunstâncias, sentimos que não vamos para frente e que algo nos atrapalha, mas não encontramos ânimo e nem coragem para buscarmos a causa ou a origem dessa acomodação.

Por isso, devemos estar sempre atentos e vigilantes. Como sermos livres se nos deixamos ser aprisionados por circunstâncias, às vezes, banais?

As ilusões, os ódios, as paixões e o negativismo, só nos aprisionam quando permitimos. E, se não somos livres, a paz, a esperança e o progresso, não se desenvolverão em nosso favor jogando para o horizonte os nossos objetivos.

Ora, sabemos que a liberdade é a base de tudo. Além da vida, a liberdade é o primogênito dos dons, é o presente mais precioso que o Criador deixou na consciência de cada um de nós, é o Livre Arbítrio.

Por isso mesmo, devemos exercer a liberdade com atitudes responsáveis, nunca nos esquecendo da inexorável Lei da Semeadura: “O plantio é segundo a nossa vontade, mas a colheita é segundo a Lei”, e não há outra saída.

Então, acreditemos que a liberdade é a base de tudo e, para o seu bom uso, foquemos somente naquilo que não nos amarra, que nos impulsiona, que nos agrada e nos traz vida. E vamos em frente!

Neste dia, façamos do bom uso da liberdade um passaporte para a felicidade.

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Felicidade ao nos espelharmos numa consciência limpa

Ainda ontem, refletimos sobre a importância da consciência em nossas vidas. É nosso dever dar atenção a ela porque, bem no âmago do nosso ser, ela nos alegra ou nos faz sofrer, conforme pensamos ou agimos. Ela sinaliza antecipadamente o que devemos fazer, ou não.

Em hipótese alguma ela deve ser desprezada, pois, ela sempre reagirá às nossas atitudes boas ou más, indicando-nos o que poderá nos acontecer no futuro. Ela é a grande incentivadora e, ao mesmo tempo, corretora da nossa evolução moral e espiritual.

Já sabemos que a consciência é nosso guia e que ela está intimamente ligada ao nosso Criador. A Lei Divina está nela e, toda falta contra essa Lei, precisa ser corrigida.

Mas, se a falta de consciência pode nos fazer sofrer, e muito, o uso adequado dela também pode nos fazer muito felizes. É uma questão de sabedoria e aprimoramento espiritual. O melhor caminho é, portanto, mantermos sempre a consciência limpa e livre de qualquer culpa.

Neste dia, façamos uma simples, mas oportuna analogia: “Assim como melhor se vê a imagem no espelho limpo, melhor sentiremos a felicidade ao nos espelharmos numa consciência limpa”.

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A Vida só quer o nosso bem

Estamos ligados a Deus por meio de tudo o que somos: corpo, mente e espírito. E o ponto mais sensível dessa ligação com Ele é a nossa consciência.

Nela estão os nossos “genes” divinos, os “fios” que nos identificam com Deus e que nos possibilita, a qualquer tempo, avaliarmos a nossa relação com Ele. A lei divina, com os seus caracteres eternos, reside na consciência de cada um de nós.

Como dói ver o quanto essa consciência é ignorada ou silenciada. Uma grande parte das pessoas a congela ou a mantém anestesiada, relegando a segundo plano essa preciosa ferramenta norteadora na busca da paz interior.

Assim, sigamos a nossa consciência, pois, ela nos indica sempre as direções mais acertadas a seguir. E ela deve ser o nosso guia.

Em todas as circunstâncias, usemos o ânimo e a fé, na certeza de que estamos fazendo o melhor que podemos, e que a nossa consciência ficará sempre bem.

Nos firmemos em bons pensamentos, acreditemos na força e na beleza da vida, acreditemos em nós mesmos e, sobretudo, acreditemos em Deus e, então, nos perceberemos em paz com todos que nos rodeiam e com a consciência tranquila dos justos.

Vivamos bem o dia, e tenhamos a certeza de que a Vida só quer o nosso bem. Afinal, nós merecemos!

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