Somos realmente capazes

Quem vacila constantemente, não consegue manter o equilíbrio e nem pode lançar-se em projetos de risco, pois, pode não ser bem sucedido, tornando rotina a não confiança em si mesmo e no que esteja fazendo.

Ser autoconfiante não é usarmos de presunção, é estarmos convictos de que podemos e vamos atingir os nossos propósitos, tendo sempre disposição e ousadia na busca da realização dos nossos sonhos.

Assim, procuremos não pensar no fracasso ou no insucesso. O pessimismo é um sentimento próprio dos fracos e desiludidos com a vida, que têm suas atitudes pautadas no atraso, no infortúnio e na infelicidade.

Sejamos otimistas, nos imaginando sempre fortes, capazes, resolutos e confiantes de que, dias cada vez melhores estão programados para a nossa vida. A crença na vitória é o maior incentivo para o seu alcance.

O verdadeiro vitorioso é aquele que percebe que nem sempre a perda é prejuízo, e sim, uma nova possibilidade de lucros maiores com o aprendizado e a experiência, nos proporcionando a supremacia sobre o medo e a descrença.

Iniciemos o dia reforçando a nossa autoconfiança e a nossa fé, acreditando na nossa força e nas nossas habilidades, pois, somos realmente capazes. E Deus está conosco!

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Não nos curvemos à tentação dos bens materiais

Não nos curvemos à tentação e aos caprichos dos bens materiais, dando-lhes um excessivo valor.

As nossas posses devem estar subordinadas aos bons princípios que devem nortear os nossos valores. Nós não devemos nos dobrar à tentação da ganância, do poder, ou de posições que possam nos dar a falsa certeza de que somos superiores aos outros.

Só é abençoada aquela posse ou aqueles bens que nos sirvam e a quem nos rodeiam. Os bens que servem somente a nós, mas que levam prejuízos, desconforto e sofrimentos aos outros, é nociva.

Os frutos dos bens conseguidos na ilicitude e na maldade, são como uma carga tóxica que, sem perceber, transportamos nas costas e que, aos poucos vai contaminando o nosso corpo e a nossa mente, nos trazendo, inevitavelmente, as enfermidades físicas e espirituais.

Portanto, cuidemos e nos vigiemos para não sermos arrastados pelos males que podem nos causar o desenfreado desejo do acumular riquezas, pois, estamos mais que convictos de que desta vida nada se leva, senão os créditos espirituais.

Neste dia, meditemos sobre a indiscutível importância de entendermos que, os bens materiais externos devem se curvar, humildes, diante do altar dos bens internos, que são créditos, estes sim, imorredouros.

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O coração que ama conhece a alegria de ser feliz

Amor… Um sentimento tão falado, decantado em prosa e verso, mas, por incrível que pareça, tão pouco praticado e conhecido na sua essência.

Sem ele, tudo perde o sentido. A vida no lar e no trabalho e nos relacionamentos fica sem graça, sem atrativo, sem entusiasmo.

O amor tem a divina função de transformar a desunião em união, a desavença em entendimento, a dor em alegria, o fracasso em realização, o desespero em esperança. E ele começa dentro de nós.

Primeiro devemos amar a quem somos e a quem pretendemos ser, depois devemos deixar que o amor se reflita em nossas ações e em nossas atitudes para conosco mesmos e para com os outros, pois, ele precisa ser praticado sempre que surgirem oportunidades.

Devemos sempre dar chances ao amor. Não vivamos somente a pensar, pensar, sem sentir o calor, sem tocar o coração do nosso próximo, sem apreciar o belo, o bom e o útil nos seres humanos e na natureza.

Façamos o nosso coração trabalhar! Ele existe para isso. Ele quer agir, e suas razões devem prevalecer para que sejamos felizes. Ponhamos o nosso coração em ação e sentiremos os infalíveis e bons resultados.

A partir de hoje, concluamos de forma mais forte que temos que amar muito, e sabemos que “só o coração que ama conhece a verdadeira alegria de ser feliz”.

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A festa da vida é hoje

Diz uma canção, anualmente tocada por uma conhecida emissora de televisão: “Hoje a festa é sua, hoje a festa é nossa, é de quem quiser, quem vier…”.

Assim deve ser! A festa é hoje, não foi ontem, não será amanhã, e nem no ano que vem, ou vamos esperar que a morte chegue? A festa está ocorrendo agora, em nossa casa, em nosso trabalho, em nossa rua, em nossa escola, em nossa comunidade.

E nós, estamos aproveitando a vida que é a melhor festa que poderíamos ter? Por termos a dádiva de acordarmos todos os dias, esta festa recomeça todas as manhãs, e é por isso que ela é “sempre hoje”!

Estamos participando animadamente da nossa vida, da de quem amamos e do nosso próximo? Estamos curtindo a música, distribuindo alegrias, otimismo, fé em Deus, buscando novos conhecimentos e acumulando experiências para esta “festa de vida”?

Finalmente, nos perguntemos e respondamos pra nós mesmos: estamos felizes e alegres, como se costuma estar em uma festa? Estamos fazendo felizes os nossos convidados?

Para iniciarmos uma feliz quarta-feira, nos lembremos de que não devemos esperar para começarmos a viver, pois, sabemos que a festa pode acabar a qualquer momento. É por isso que ela é, sim, “HOJE”.

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Créditos e Débitos das nossas atitudes diárias

A Justiça Divina tem vários meios para o restabelecimento da harmonia, diante das situações em que o nosso orgulho falou mais alto do que o amor. Tudo depende de nossa predisposição em admitir os nossos equívocos e corrigi-los tão logo possível.

Dor, sofrimento e culpa são expedientes desnecessários quando a amor toma conta das nossas atitudes e faz com que o mal de ontem se dissolva no bem de agora.

Perdão, tolerância e caridade não são virtudes inertes no caminho de quem aspira a ascensão espiritual.

Estas virtudes são, antes de tudo, verdadeiros advogados de defesa de nossas causas, que poderão estar perdidas nos tribunais do além, fazendo com que o martelo dos nossos débitos terrenos caia sobre nós.

Urge que alimentemos nosso espírito com os créditos dos pensamentos positivos, da prática constante do bem, e do amor incondicional ao nosso próximo, para que nos balancetes periódicos ao longo da jornada terrena, possamos acumular saldos positivos.

Estes saldos positivos são a garantia absoluta de que a compensação pelas fraquezas carnais, materiais e espirituais a que a natureza humana nos subjuga, fará com que a nossa Contabilidade Final, a ser apresentada ao Criador, esteja devidamente fechada.

Neste dia, meditemos um pouquinho sobre os Créditos e Débitos das nossas atitudes diárias, ajustando-os sempre para a bem-aventurança do fechamento da Contabilidade Divina.

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Façamos o nosso próprio caminho

É muito importante que façamos o nosso próprio caminho. Nosso Ser clama por registrar a nossa passagem única pelo mundo, assinalando com letras indeléveis a nossa personalidade e individualidade.

Os nossos caminhos não existem por si mesmos e nem nos chegam prontos. Eles são traçados pelo nosso caminhar no dia a dia, ao buscarmos uma vida de sabedoria no amor e na prática do bem ao nosso próximo.

Os bons pensamentos e propósitos, conforme se desenvolvem, aumentam de forma progressiva a nossa firmeza interior, formando um solo sobre o qual podemos andar seguros.

Nós traçamos o nosso próprio caminho, da mesma forma como se abre uma vala na terra para receber as águas de muitas minas rumo a um grande oceano. As minas são os nossos valores e o grande oceano é o bem-estar infinito, a nossa felicidade.

Então, tenhamos clareza de propósitos, firmados em pensamentos positivos, pois, eles concentrarão em nossa mente energias suficientes para que alcancemos o nosso objetivo e a nossa vitória.

Com coragem e persistência, reunamos todas as nossas forças, e olhando para frente e para o alto, nos ponhamos em marcha com alegria, na certeza de que Deus caminha conosco iluminando o caminho que estamos construindo.

Vivamos, a partir deste dia, na certeza de que a nossa fé e a nossa determinação são o nosso poder em ação.

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Examinar, atender, refletir e apreciar a verdade

Ante a exposição da verdade, não nos esquivemos à atenção meditativa sobre as luzes que dela recebemos.

Quem olha o céu de relance, sem contemplá-lo, não percebe o poder do sol durante o dia e nem enxerga a beleza das estrelas durante a noite. E quem ouve uma sinfonia, sem abrir-lhe a acústica da alma, não lhe percebe as notas divinas.

Debalde escutaremos a palavra inspirada dos entusiasmados e ardentes pregadores, se não abrirmos o coração para que o nosso sentimento possa se mergulhar na claridade bendita da verdade. 

Inúmeros seguidores de crenças religiosas e do próprio Evangelho, se queixam da incapacidade de compreensão dos ensinos das Boas Novas, e isto porque não dispensam maior e melhor trato à lição ouvida, demorando-se longo tempo no cultivo da distração e da leviandade.

Quando a nossa câmara interior permanece sombria, somente nós podemos desatar o ferrolho da janela do nosso coração para que o sol possa nos visitar.

Portanto, a prudência nos pede que dediquemos algum esforço à graça da lição e a lição nos responderá com as suas graças.

Paulo, o Apóstolo dos gentios foi, e é claro na sua observação: “Considera o que te digo, porque, então, o Senhor te dará entendimento em tudo”. E considerar significa examinar, atender, refletir e apreciar a verdade.

Que tenhamos um excelente dia, reforçando nossa convicção de que, observando os Códigos da Vida Eterna, o Senhor, em retribuição à nossa boa vontade, dar-nos-á entendimento em tudo.

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Protegendo a nossa paz de espírito e a nossa qualidade de vida

De vez em quando percebemos que ainda não nos acostumamos a usar melhor as palavras, com inteligência e sabedoria, não é verdade?

Por exemplo: o que mais ocorre quando somos ofendidos, é aplicarmos equivocadamente, no plano pessoal, a Lei da Reação, isto é, reagirmos com outra ofensa ainda maior e, numa troca de palavras, descermos a níveis muito baixos, com resultados sempre desastrosos.

As pessoas educadas devem se segurar para não cair nessa armadilha, não se enervando e nem dizendo grosserias como as que ouviu. Essa, sim, é uma demonstração de inteligência e sabedoria.

Se não houver condições para nos fazermos ser ouvidos ou compreendidos em determinado momento, é melhor nos silenciarmos aguardando o momento propício.

Nos seguremos, não descendo ao nível do mal que nos foi apresentado. Assim, nos livraremos da tristeza, do dissabor e da intolerância, que são características do mal. Defendamos o nosso interior, pois nele está a Divindade e nele há a bondade e a alegria, que devem receber um tratamento especial.

Se a reação for inevitável, que a tenhamos sim, mas, com a serenidade que cuida e protege o nosso coração. Se nós o protegermos, estaremos protegendo a nossa paz de espírito e a nossa qualidade de vida. Se deixarmos romper essa proteção, as consequências serão sempre danosas.

Nos lembremos, neste dia, de que, nós é quem determinamos o nível e o rumo de nossas vidas. E o que fazemos de nós, e para nós mesmos, é assunto muito sério. Coloquemos Deus no comando, sempre, e tudo será mais fácil!

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Amizade Divina

Muitas vezes, até o nosso melhor amigo se afasta na hora em que mais precisamos. Mas Deus continua conosco.

Às vezes, nossos amigos se ausentam quando tropeçamos e, não raro, de amigos, passam a ser nossos inimigos. Mas, Deus não vira a cara para nós quando caímos. Ao contrário, ele permanece ao nosso lado e nos estende a mão para nos levantar.

Nossos amigos, muitas vezes, mudam de humor em relação a nós, mas Deus continua nos amando incondicionalmente, sempre. Nossos amigos mudam de tempos em tempos, ou a amizade que nos dedicam se vai com o tempo. Mas, Deus nos oferece sua amizade, sem prazo de validade.

Então, se temos em Deus um amigo tão fiel e constante, jamais poderemos dizer que estamos abandonados. Deus nos conhece pelo nome, sabe quem somos e aquilo de que precisamos. Será que temos algum amigo disposto a morrer por nós? Quase certo que não! Mas, Deus mandou Seu Filho para fazer isso por nós. E Ele fez!

Por isso, Cristo-Deus é o nosso infalível amigo nas horas difíceis, e se acha ao nosso lado sempre, nos ensinando e nos guiando nos caminhos que devemos seguir para a solução dos nossos conflitos, rumo à nossa felicidade e salvação!

Que tal iniciarmos bem este dia, dedicando um tempinho para meditarmos sobre importância da “Amizade Divina”?

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Trabalhar por uma humanidade mais “humana”

O anseio de todas as pessoas do bem é entender e trabalhar por uma humanidade realmente mais “humana”, mais fraterna, resgatando a grande “família universal” que sabemos que somos, pois, somos todos, filhos da Criação Divina.

E na luta por essa recomposição familiar, cada um de nós tem a sua cota de responsabilidade para conosco mesmos e para com o próximo. No momento em que desprezamos a fraternidade, plantamos muitos dos espinhos que surgem em nossa vida em forma de problemas, os mais variados.

A fraternidade não é apenas um lembrete que o Divino Mestre nos deixou na exemplificação da sua passagem humana entre nós aqui na terra. A fraternidade é uma Lei Espiritual que rege nossa vida, pois visa estabelecer o equilíbrio das relações humanas.

Quando deixamos de ser fraternos, isto é, deixamos de tratar o próximo como nosso irmão, estamos nos mergulhando em zonas de desequilíbrio espiritual e os problemas que fatalmente surgirão em nossa vida funcionarão como alerta para que regressemos o quanto antes ao caminho da fraternidade, para o resgate da “Família Divina”.

E, neste caminho, o exercício do perdão, da tolerância e da caridade são práticas de amparo à nós mesmos. As boas sementes que plantamos na terra alheia, gerarão flores e frutos cujos pólens antes, e sementes dos frutos depois, retornarão à nossa seara trazidas pelos benfazejos ventos e pela liberdade dos pássaros, na inevitável Lei do Retorno da boa semeadura.

Neste dia, façamos a nossa parte, por menor que seja, reforçando os laços da verdadeira fraternidade que nos une aos nossos familiares e a todos que nos cercam, plantando a “boa semente”.

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