Nós podemos e somos capazes

Quando se fala em ideal, pensamos nos grandes idealistas da história, que se entregaram de corpo e alma a alguma causa, em benefício de sua comunidade, da sua nação, ou mesmo, da humanidade. Daí, acreditamos que ser idealista não é coisa para nós, porque nos julgamos ainda pequenos ou mesmo incapazes.

Mas, é claro e evidente que, cada um de nós, pode e deve ter um ideal, pois, o verdadeiro idealista não é só aquele que luta pelas causas comuns, mas, também, todo aquele que estabelece para si uma meta dignificante de vida e de proceder, que tem como reflexo o bom exemplo, que arrasta aqueles que o admiram e que, portanto, estão dispostos a segui-lo espontaneamente.

Um ideal pode ser apenas o desejo manifesto de fazer algo de bom, de abrir sempre um sorriso singelo, ou então, a intenção de fazer um sacrifício de maior proporção em benefício de uma causa comum, ou não. E assim, não precisamos desenvolver extraordinárias aptidões como pré-requisito para termos um ideal.

Façamos nascer um em nós. Descubramos um que se ajuste ao que somos e às nossas características, e concentremos nele as nossas forças, nossas vontades e aspirações, sem darmos lugar às desesperanças.

É assim que nos aperfeiçoaremos e manteremos acesas as chamas do nosso espírito, pois, com o espírito iluminado, surgirão em nós novos níveis de satisfação, como o autocontrole diante das dificuldades, a vibração do entusiasmo que contagia e a firmeza de propósitos na execução das tarefas do dia-a-dia.

Ter um ideal é, antes de tudo, fazer vibrar de forma positiva, completa e abundante a nossa vida. E, não nos esqueçamos de que, o melhor ideal de vida é aquele que pode nos traz uma felicidade “quase” permanente, que só está presente naqueles que vivem para servir.

Que vivamos um dia portador de entusiasmo e de fé no alcance dos nossos ideais. Nós podemos e somos capazes!

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Receptivo a quem nos pede desculpas

Pedir desculpas ou desculpar não significa se rebaixar ou se humilhar. Pensar que pedir desculpas é se rebaixar, é alimentar um dos piores males do ser humano: o orgulho.

Quem pede desculpas está demonstrando possuir o nobre sentimento da humildade ao reconhecer o próprio erro, coisa rara nos dias de hoje, não é verdade? Por que não nos colocarmos no mesmo nível de nobreza de quem nos pede desculpas, desculpando sinceramente?

O melhor caminho é cultivarmos a amizade, exercitarmos a tolerância, a compreensão, e entendermos cada dia mais, que o perdão é o caminho mais curto para uma consciência tranquila e a paz de espírito.

E, para que carregarmos um peso tão grande no coração, cultivando mágoas, se podemos andar com ele leve e feliz?

Na realidade, não sabemos quando, onde, e com quem poderemos vir a falhar, afinal, somos humanos. Portanto, entendamos e sejamos receptivos a quem nos peça desculpas, pois, quem sabe amanhã poderemos estar na mesma necessidade do perdão. Pensemos nisso!

Que tenhamos um dia feliz, com muita saúde e muita paz!

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